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	<title>Comentários para autoridade da inovação</title>
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		<title>Comentário em Bang &amp; Olufsen Summer School 2011 &#8211; Parte 1 por Miguel Regedor</title>
		<link>http://www.autoridadedainovacao.org/2011/12/02/660/comment-page-1/#comment-1077</link>
		<dc:creator>Miguel Regedor</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 17:43:23 +0000</pubDate>
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		<description>É importante divulgar estas iniciativas. O Bang &amp; Olufsen Summer School foi fantástico, mais uma vez, uma oportunidade de comprovar que os portugueses estão na linha da frente no que diz respeito a inovação criatividade e capacidade de trabalho.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É importante divulgar estas iniciativas. O Bang &amp; Olufsen Summer School foi fantástico, mais uma vez, uma oportunidade de comprovar que os portugueses estão na linha da frente no que diz respeito a inovação criatividade e capacidade de trabalho.</p>
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		<title>Comentário em E tu, já inovaste? por Cândida Campos</title>
		<link>http://www.autoridadedainovacao.org/2011/04/17/e-tu-ja-inovaste/comment-page-1/#comment-1021</link>
		<dc:creator>Cândida Campos</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 May 2011 23:51:58 +0000</pubDate>
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		<description>A inovação exige limites. 
Temos que adaptar sempre uma ideia dentro de uma realidade já existente.
Por isso, a inovação não é totalmente livre.
Mas uma ideia criativa, aparentemente, pode tornar-se numa grande inovação e para as empresas que nela acreditarem, inovar é apostar !
Tenho uma Empresa de Catering e Vending e, neste momento, quase todos os clientes que solicitam um orçamento para um evento, têm como primeira  frase:
&quot;Preciso de um serviço mas temos pouco dinheiro”.
Surge então a questão:
Com pouco dinheiro, baixa-se na qualidade, quando satisfação e qualidade são lemas da Jasmim Colorido?
Com  pouco dinheiro não aceito fazer o evento? 
Seria para mim um baixar de braços, o que não faz parte do meu perfil.
Aproveitando uma das maiores riquezas que todo o Ser Humano tem, que é a nossa mente, há que explorar  a criatividade.  Por isso há que pensar e INOVAR.
O que podemos fazer com determinados produtos que aplicamos na confecção de um cocktail?
Por exemplo:
Canapés de rolinhos de salmão com espargos, tem um determinado custo.
Mas se houver um canapé de paté de salmão, o custo é menor.
Por isso, uma das soluções que a nossa empresa aplica para continuar a acompanhar este  “momento de restrições”, não é a lamentação, mas sim adequar ideias à realidade.
Estimular as pessoas a pensar, incentivar à mudança e permitir que todos se expressem com as suas ideias, sem as julgar, para melhor entrarem na realidade do negocio.
Assim, uma ideia que nem pareça muito criativa, mas colocada em acção por pessoas que têm sentido prático,  além de se tornar uma Inovação, colabora com os seus “Parceiros” de Negócio.

“No meio da dificuldade vive a oportunidade.&quot; - Albert Einstein 

Cândida Campos 
Directora Executiva
Jasmim Colorido, Ldª</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A inovação exige limites.<br />
Temos que adaptar sempre uma ideia dentro de uma realidade já existente.<br />
Por isso, a inovação não é totalmente livre.<br />
Mas uma ideia criativa, aparentemente, pode tornar-se numa grande inovação e para as empresas que nela acreditarem, inovar é apostar !<br />
Tenho uma Empresa de Catering e Vending e, neste momento, quase todos os clientes que solicitam um orçamento para um evento, têm como primeira  frase:<br />
&#8220;Preciso de um serviço mas temos pouco dinheiro”.<br />
Surge então a questão:<br />
Com pouco dinheiro, baixa-se na qualidade, quando satisfação e qualidade são lemas da Jasmim Colorido?<br />
Com  pouco dinheiro não aceito fazer o evento?<br />
Seria para mim um baixar de braços, o que não faz parte do meu perfil.<br />
Aproveitando uma das maiores riquezas que todo o Ser Humano tem, que é a nossa mente, há que explorar  a criatividade.  Por isso há que pensar e INOVAR.<br />
O que podemos fazer com determinados produtos que aplicamos na confecção de um cocktail?<br />
Por exemplo:<br />
Canapés de rolinhos de salmão com espargos, tem um determinado custo.<br />
Mas se houver um canapé de paté de salmão, o custo é menor.<br />
Por isso, uma das soluções que a nossa empresa aplica para continuar a acompanhar este  “momento de restrições”, não é a lamentação, mas sim adequar ideias à realidade.<br />
Estimular as pessoas a pensar, incentivar à mudança e permitir que todos se expressem com as suas ideias, sem as julgar, para melhor entrarem na realidade do negocio.<br />
Assim, uma ideia que nem pareça muito criativa, mas colocada em acção por pessoas que têm sentido prático,  além de se tornar uma Inovação, colabora com os seus “Parceiros” de Negócio.</p>
<p>“No meio da dificuldade vive a oportunidade.&#8221; &#8211; Albert Einstein </p>
<p>Cândida Campos<br />
Directora Executiva<br />
Jasmim Colorido, Ldª</p>
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	<item>
		<title>Comentário em E tu, já inovaste? por Teresa Cruz</title>
		<link>http://www.autoridadedainovacao.org/2011/04/17/e-tu-ja-inovaste/comment-page-1/#comment-1020</link>
		<dc:creator>Teresa Cruz</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 May 2011 09:08:55 +0000</pubDate>
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		<description>Elizângela, muito obrigada pelo seu comentário e parabéns pelo seu projecto! Sim, eu concordo com o Francisco, a utilização do livro reportagem no âmbito empresarial poderia ser mt interessante.
Imaginemos que cada &quot;pequeno-grande sucesso&quot; de uma empresa tinha direito a uma página do livro-reportagem. Caso a empresa se tornasse um case study, ao longo de algumas décadas esse livro tornar-se-ia valioso!!!
A implementação desta ideia poderia ser difícil umas vez que as prioridades das empresas geralmente que se focam bastante mais no curto prazo. E não haveria garantias desde o início da sua criação que de facto este livro reportagem viesse a ser um sucesso. Mas, sob o ponto de vista do cidadão comum, imagino a relíquia que seria poder ler relatos dados em primeira mão sobre pequenas grandes vitórias de empresas como a apple, a coca cola, entre tantas outras!! Não um relato histórico, em que tudo é bonito, &quot;cor de rosa&quot; e bastante resumido para ser suficientemente valioso, mas um formato em que as pessoas da empresa comentaram em tempo real, como foi alcançar cada um daqueles &quot;pequenos-grandes sucessos&quot;. Eu adorava ler um livro assim!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Elizângela, muito obrigada pelo seu comentário e parabéns pelo seu projecto! Sim, eu concordo com o Francisco, a utilização do livro reportagem no âmbito empresarial poderia ser mt interessante.<br />
Imaginemos que cada &#8220;pequeno-grande sucesso&#8221; de uma empresa tinha direito a uma página do livro-reportagem. Caso a empresa se tornasse um case study, ao longo de algumas décadas esse livro tornar-se-ia valioso!!!<br />
A implementação desta ideia poderia ser difícil umas vez que as prioridades das empresas geralmente que se focam bastante mais no curto prazo. E não haveria garantias desde o início da sua criação que de facto este livro reportagem viesse a ser um sucesso. Mas, sob o ponto de vista do cidadão comum, imagino a relíquia que seria poder ler relatos dados em primeira mão sobre pequenas grandes vitórias de empresas como a apple, a coca cola, entre tantas outras!! Não um relato histórico, em que tudo é bonito, &#8220;cor de rosa&#8221; e bastante resumido para ser suficientemente valioso, mas um formato em que as pessoas da empresa comentaram em tempo real, como foi alcançar cada um daqueles &#8220;pequenos-grandes sucessos&#8221;. Eu adorava ler um livro assim!!</p>
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	<item>
		<title>Comentário em E tu, já inovaste? por Francisco Teixeira</title>
		<link>http://www.autoridadedainovacao.org/2011/04/17/e-tu-ja-inovaste/comment-page-1/#comment-1019</link>
		<dc:creator>Francisco Teixeira</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Apr 2011 12:30:51 +0000</pubDate>
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		<description>Elizângela,

Este seu testemunho é muito, muito interessante!! Quando pensamos em jornalismo, a nossa mente está formatada para situações delimitadas no tempo e no espaço (ex: ver um artigo num jornal que sai no dia X), e nunca me passaria pela cabeça que se podia fazer... um livro inteiro!
Vendo a situação, até seria uma abordagem interessante num contexto fora da história ou antropologia, por exemplo, livros-reportagem sobre momentos importantes das empresas.Poderia ser acerca de como uma empresa chegou ao topo no seu sector, ou um livro-reportagem sobre como uma empresa contornou uma situação de crise.
Muito obrigado pela partilha!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Elizângela,</p>
<p>Este seu testemunho é muito, muito interessante!! Quando pensamos em jornalismo, a nossa mente está formatada para situações delimitadas no tempo e no espaço (ex: ver um artigo num jornal que sai no dia X), e nunca me passaria pela cabeça que se podia fazer&#8230; um livro inteiro!<br />
Vendo a situação, até seria uma abordagem interessante num contexto fora da história ou antropologia, por exemplo, livros-reportagem sobre momentos importantes das empresas.Poderia ser acerca de como uma empresa chegou ao topo no seu sector, ou um livro-reportagem sobre como uma empresa contornou uma situação de crise.<br />
Muito obrigado pela partilha!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em E tu, já inovaste? por Elizângela Lemes</title>
		<link>http://www.autoridadedainovacao.org/2011/04/17/e-tu-ja-inovaste/comment-page-1/#comment-1018</link>
		<dc:creator>Elizângela Lemes</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Apr 2011 20:33:40 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.autoridadedainovacao.org/?p=406#comment-1018</guid>
		<description>Olá! Excelente artigo sobre Inovação!  Estou fazendo um livro-reportagem sobre um bairro da cidade onde resido. Talvez não se encaixe dentre do conceito &#039;inovação&#039;, mas é pioneiro, visto que ninguém ainda escreveu sobre este tema. Dentro da área de Jornalismo, o livro-reportagem é um veículo de comunicação impressa não-periódico, bastante utilizado quando a intenção é narrar fatos detalhados e extensos em forma de livro, que não seria possível fazê-lo num veículo de mídia convencional, por exemplo. Um dos livros-reportagens mais conhecidos mundialmente é &quot;Hiroshima&quot;, de John Hersey, considerado a mais importante reportagem do século XX, que compõe um retrato de seis sobreviventes da bomba atômica escrito um ano depois da explosão.
Meu projeto de pesquisa concentra-se no bairro chamado &quot;Moreninhas&quot;, devido à cor roxa da sua terra, na cidade de Campo Grande, estado de Mato Grosso do Sul, Brasil. A ideía do meu Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação da área de Comunicação Social - Jornalismo, é fazer uma grande reportagem sobre a criação e desenvolvimento deste bairro que completará 30 anos neste ano de 2011. Com base em relatos dos moradores, farei um perfil-retrato sobre a região. É isso, espero ter contribuído!

Abraços,


Elizângela Lemes.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá! Excelente artigo sobre Inovação!  Estou fazendo um livro-reportagem sobre um bairro da cidade onde resido. Talvez não se encaixe dentre do conceito &#8216;inovação&#8217;, mas é pioneiro, visto que ninguém ainda escreveu sobre este tema. Dentro da área de Jornalismo, o livro-reportagem é um veículo de comunicação impressa não-periódico, bastante utilizado quando a intenção é narrar fatos detalhados e extensos em forma de livro, que não seria possível fazê-lo num veículo de mídia convencional, por exemplo. Um dos livros-reportagens mais conhecidos mundialmente é &#8220;Hiroshima&#8221;, de John Hersey, considerado a mais importante reportagem do século XX, que compõe um retrato de seis sobreviventes da bomba atômica escrito um ano depois da explosão.<br />
Meu projeto de pesquisa concentra-se no bairro chamado &#8220;Moreninhas&#8221;, devido à cor roxa da sua terra, na cidade de Campo Grande, estado de Mato Grosso do Sul, Brasil. A ideía do meu Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação da área de Comunicação Social &#8211; Jornalismo, é fazer uma grande reportagem sobre a criação e desenvolvimento deste bairro que completará 30 anos neste ano de 2011. Com base em relatos dos moradores, farei um perfil-retrato sobre a região. É isso, espero ter contribuído!</p>
<p>Abraços,</p>
<p>Elizângela Lemes.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário em E tu, já inovaste? por Rodrigo Dias</title>
		<link>http://www.autoridadedainovacao.org/2011/04/17/e-tu-ja-inovaste/comment-page-1/#comment-1017</link>
		<dc:creator>Rodrigo Dias</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Apr 2011 19:33:45 +0000</pubDate>
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		<description>Gosto de partilhas.
E esta é uma pergunta que nos obriga a pensar e olhar para nós de forma positiva, o que nem sempre é fácil. Há uma diferença entre inovar e inventar. E inventar, inventamos todos, mas inovar é bastante mais exigente.
Há dois anos criei um projecto que se poderia incluir na área da inovação social: Prédios Que Falam.
O objectivo do projecto é mudar o paradigma de desconfiança que se vive em muitos prédios, para um paradigma de confiança e amizade.
Penso que o objectivo em conjunto com a metodologia foram uma pequena inovação. Desafiámos qualquer pessoa a tornar-se dinamizador do seu prédio e a implementar a iniciativa. A iniciativa consiste numa serie de pretextos engraçados para que os vizinhos se conheçam e criem relações de amizade.
Aproveito para desafiar todos os inovadores a transformarem os vossos prédios http://prediosquefalam.marar.eu</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gosto de partilhas.<br />
E esta é uma pergunta que nos obriga a pensar e olhar para nós de forma positiva, o que nem sempre é fácil. Há uma diferença entre inovar e inventar. E inventar, inventamos todos, mas inovar é bastante mais exigente.<br />
Há dois anos criei um projecto que se poderia incluir na área da inovação social: Prédios Que Falam.<br />
O objectivo do projecto é mudar o paradigma de desconfiança que se vive em muitos prédios, para um paradigma de confiança e amizade.<br />
Penso que o objectivo em conjunto com a metodologia foram uma pequena inovação. Desafiámos qualquer pessoa a tornar-se dinamizador do seu prédio e a implementar a iniciativa. A iniciativa consiste numa serie de pretextos engraçados para que os vizinhos se conheçam e criem relações de amizade.<br />
Aproveito para desafiar todos os inovadores a transformarem os vossos prédios <a href="http://prediosquefalam.marar.eu" rel="nofollow">http://prediosquefalam.marar.eu</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em E tu, já inovaste? por Teresa Cruz</title>
		<link>http://www.autoridadedainovacao.org/2011/04/17/e-tu-ja-inovaste/comment-page-1/#comment-1016</link>
		<dc:creator>Teresa Cruz</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Apr 2011 18:53:38 +0000</pubDate>
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		<description>Bem, chegou o momento de partilhar convosco um exemplo meu duma pequena-grande inovação. Curiosamente, é o da criação do meu próprio cargo enquanto gestora de inovação dos vinhos Calheiros Cruz!
A razão pela qual o trago para este espaço é o facto de ser uma função de inovação criada com o objectivo de se financiar a si própria. Por outras palavras é o mesmo que dizer que eu, enquanto gestora de inovação dos vinhos Calheiros Cruz, divido propositadamente o meu tempo entre a área de inovação e a área de vendas.
Porque optámos por este modelo? Porque foi o equilíbrio ideal que encontrámos entre curto e o médio prazo, entre o investimento e o retorno, entre um perfil de risco mais arrojado e outro mais conservador. Se, por um lado, investir a &lt;em&gt;full time&lt;/em&gt; numa função de inovação parecia despropositado dadas as prioridades e o volume de actividades do dia-a-dia, não investir nesta área significava perder uma grande oportunidade. Por essa razão, encontrámos este equilíbrio, que na minha opinião, funciona na perfeição! 

E vocês, quais foram os vossos momentos &lt;em&gt;eureka &lt;/em&gt;simples mas brilhantes? As vossas pequenas-grandes inovações?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bem, chegou o momento de partilhar convosco um exemplo meu duma pequena-grande inovação. Curiosamente, é o da criação do meu próprio cargo enquanto gestora de inovação dos vinhos Calheiros Cruz!<br />
A razão pela qual o trago para este espaço é o facto de ser uma função de inovação criada com o objectivo de se financiar a si própria. Por outras palavras é o mesmo que dizer que eu, enquanto gestora de inovação dos vinhos Calheiros Cruz, divido propositadamente o meu tempo entre a área de inovação e a área de vendas.<br />
Porque optámos por este modelo? Porque foi o equilíbrio ideal que encontrámos entre curto e o médio prazo, entre o investimento e o retorno, entre um perfil de risco mais arrojado e outro mais conservador. Se, por um lado, investir a <em>full time</em> numa função de inovação parecia despropositado dadas as prioridades e o volume de actividades do dia-a-dia, não investir nesta área significava perder uma grande oportunidade. Por essa razão, encontrámos este equilíbrio, que na minha opinião, funciona na perfeição! </p>
<p>E vocês, quais foram os vossos momentos <em>eureka </em>simples mas brilhantes? As vossas pequenas-grandes inovações?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em E tu, já inovaste? por LUIS BASTOS</title>
		<link>http://www.autoridadedainovacao.org/2011/04/17/e-tu-ja-inovaste/comment-page-1/#comment-1015</link>
		<dc:creator>LUIS BASTOS</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Apr 2011 18:10:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.autoridadedainovacao.org/?p=406#comment-1015</guid>
		<description>Obrigado Teresa, Obrigado Francisco, pelas vossas calorosas e encorajadoras palavras. Desejo-vos o maior dos maiores sucessos e felicidades (tanto na carreira como na Fanília).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigado Teresa, Obrigado Francisco, pelas vossas calorosas e encorajadoras palavras. Desejo-vos o maior dos maiores sucessos e felicidades (tanto na carreira como na Fanília).</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em E tu, já inovaste? por Teresa Cruz</title>
		<link>http://www.autoridadedainovacao.org/2011/04/17/e-tu-ja-inovaste/comment-page-1/#comment-1014</link>
		<dc:creator>Teresa Cruz</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Apr 2011 10:30:28 +0000</pubDate>
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		<description>Luis, muito obrigada pelo seu comentário.
O seu caso é mais do que uma inovação &quot;simples e brilhante&quot;. É uma orientação consistente para inovação, o que é de louvar!
Parabéns! É com muito gosto que partilho consigo que eu também tenho esse enfoque e esse gosto enquanto gestora de inovação dos vinhos Calheiros Cruz. Desejo-lhe o maior sucesso!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Luis, muito obrigada pelo seu comentário.<br />
O seu caso é mais do que uma inovação &#8220;simples e brilhante&#8221;. É uma orientação consistente para inovação, o que é de louvar!<br />
Parabéns! É com muito gosto que partilho consigo que eu também tenho esse enfoque e esse gosto enquanto gestora de inovação dos vinhos Calheiros Cruz. Desejo-lhe o maior sucesso!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em E tu, já inovaste? por Francisco Teixeira</title>
		<link>http://www.autoridadedainovacao.org/2011/04/17/e-tu-ja-inovaste/comment-page-1/#comment-1013</link>
		<dc:creator>Francisco Teixeira</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Apr 2011 20:12:06 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.autoridadedainovacao.org/?p=406#comment-1013</guid>
		<description>Uau, Luís!

Isso é o que se chama pensar global.
Acredito que os portugueses fariam muito mais coisas se as considerassem menos impossíveis. Há que ser perseverante e consciente - mas se os outros conseguem, porque não conseguimos nós?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Uau, Luís!</p>
<p>Isso é o que se chama pensar global.<br />
Acredito que os portugueses fariam muito mais coisas se as considerassem menos impossíveis. Há que ser perseverante e consciente &#8211; mas se os outros conseguem, porque não conseguimos nós?</p>
]]></content:encoded>
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